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National Museum of History

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National history museum near the end ...

National History Museum Near the end of the main street of the beautiful city of Maheburgo, we find, after a few gates and a bit hidden, this quaint museum in a former mansion, Robillard family property, built in 1771, and turned into a museum in 1950. Atravessamo the gate and entered the property in a way that elapses between huge trees, and at the end of all hopes in the mansion. But, if we're lucky, something we have not had the Artisans Association Maheburgo have their colorful houses open to the public to sell their crafts avalados Government. We climbed the stairs and entered the building, but was not allowed to take pictures. No wonder, since all objects stored inside, like the cabinets where you keep things old and worn, it appears that will be reduced to powder with a puff. This gives you even more attractive charm, so we started the visit. The museum tells the history of the island in its three colonial periods: Dutch, French and English. It also has a large collection of objects, pictures, charts and other documents about the battle of the Old Port. We also found weapons and utensils that belonged to Surcouf privateer from the bay of Saint-Malo, France, as well as the huge ship's bell "Saint-Geran" (of which we have spoken in the space of Poudre d'Or), which was brought to the surface in 1960 by a group of divers, as well as Chinese porcelain, which are remnants of the boat that sank and that belonged to Admiral Pieter Both. A room devoted almost entirely to slavery and the slave ship, with special emphasis on meneira how slaves were transferred in severely overcrowded boats. It also has a bed and a bunk bed at the time of shipping along with other more common items in the mansion. Admission is free, and I recommend that before you leave the property, walk around the house because the back has a train car in poor condition, but it gives us an idea of ​​the importance of the railway line had already extinct the island.

Museu Nacional de história

Quase no final da rua principal da bela cidade de Maheburgo, encontramos, após alguns portões e um pouco escondido, este curioso museu numa antiga mansão, propriedade da família Robillard, construída em 1771, e transformada em museu em 1950.
Atravessamo o portão e entramos na propriedade por um caminho que transcorre entre árvores enormes, e no final de tudo nos espera a mansão. Mas, se tivermos sorte, coisa que não tivemos, a Associação de Artesãos de Maheburgo terá as suas casas coloridas abertas ao público para vender seus artesanatos avalados pelo Governo.
Subimos as escadas e entramos no prédio, mas não estava permitido tirar fotos. Não é de admirar, uma vez que todos os objetos armazenados dentro, como os armários onde se guardam coisas velhas e desgastadas, parece que vão ser reduzidas a pó com um sopro. Isso lhe dá um charme ainda mais atraente, então começamos a visita.
O museu conta a história da ilha nos seus três períodos coloniais: Holandês, Francês e Inglês.
Também tem uma grande coleção de objetos, gravuras, cartas marítimas e outros documentos sobre a batalha do Velho Porto. Nós também descobrimos armas e utensílios que pertenceram a Surcouf, corsário vindo da baía de Saint-Malo, na França, bem como o enorme sino do navio "Saint-Geran" (do que já falamos no espaço de Poudre d'Or), que foi trazido à superfície em 1960 por um grupo de mergulhadores, assim como porcelanas chinesas, que são remanescentes do barco que naufragou e que pertenciam ao almirante Pieter Both.
Uma sala dedicada quase inteiramente à escravidão e os navios negreiros, com especial ênfase na meneira como os escravos foram transferidos, em barcos completamente superlotados. Tem também uma cama da época e uma beliche de transporte, juntamente com outros itens mais comuns na mansão.
A entrada é gratuita, e eu recomendo que antes de deixar a propriedade, passear ao redor da casa, porque na parte de trás tem um vagão de trem em mau estado, mas que nos dá uma idéia da importância que teve a linha ferroviária já extinta da ilha.
Roberto Gonzalez
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